sábado, 14 de dezembro de 2019

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26 novembro 2019 Categoria: AgendaParceria Público-PrivadaSaneamentoSaúde Reinaldo 


Azambuja entrega equipamento e diz que PPP da Sanesul vai possibilitar obras em 68 municípios


Governador explicou que empresa continuará sendo do povo de MS Campo Grande (MS) –


 No prédio da Sanesul, no bairro Vila Boas, em Campo Grade, onde fez a entrega nesta terça-feira (26.11) de 120 veículos e equipamentos, no valor de R$ 7,2 milhões, para atender 13 municípios, o governador Reinaldo Azambuja destacou que a Parceria […] 1- (Leia mais) 26 novembro 2019 


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Público-Privada irá permitir investimentos e a universalização da coleta e tratamento de esgoto nos 68 municípios atendidos pela estatal. 


Reinaldo Azambuja explicou ainda que a Sanesul vai continuar sendo da população sul-mato-grossense.


Categoria: InvestimentoSaneamento Sanesul entrega nesta terça-feira R$ 7,2 milhões em equipamentos e veículos pesados Campo Grande (MS) – 


O Governo do Estado, por meio da Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul (Sanesul), entrega nesta terça-feira (26) R$ 7,2 milhões em equipamentos e veículo pesados para atender às regionais da estatal. 


Na solenidade que será realizada às 14h30 na sede da Empresa em Campo Grande, está previsto para […] (2 - Leia mais) 6 novembro 2019 Categoria: ObrasSaneamento Sanesul vai investir mais de R$ 11 milhões em Itaporã 


Campo Grande (MS) – A Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul (Sanesul) irá investir mais de R$ 11 milhões em obras de esgotamento sanitário em Itaporã. 


Serão construídos 35 km de rede coletora de esgoto e executadas 2.073 ligações domiciliares, entre outras obras complementares do sistema de esgotamento sanitário da cidade. 


O recurso […] (3- Leia mais) 20 outubro 2019 


Categoria: ObrasSaneamento Sanesul inicia obras complementares para ativar super-reservatório de 4 milhões de litros de água em Três Lagoas 


Campo Grande (MS) – Três Lagoas contará com um super-reservatório com capacidade de 4 milhões de litros de água tratada. A Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul (Sanesul) está executando diversas obras de ampliação do sistema de abastecimento de água do município. Além do super-reservatório, também está sendo executada a perfuração e ativação […] (4 - Leia mais) 3 outubro 2019 


Categoria: GeralSaneamento 


Em Aquidauana, Sanesul investe R$ 7,9 mi e beneficia mais de 2 mil famílias com rede de esgoto 


Campo Grande (MS) – O Governo do Estado, por meio da Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul (Sanesul), está executando obras de ampliação do sistema de esgotamento sanitário no município de Aquidauana, que  recebeu o programa Governo Presente, quando o governador Reinaldo Azambuja receberá em audiência […] (5 - Leia mais)


SEGHNDO


 Reinaldo Azambuja explicou ainda que a Sanesul vai continuar sendo da população sul-mato-grossense. 


“Conseguimos desmistificar um pouco essa questão que colocaram na cabeça de alguns que não entendem o que é Parceria Público-Privada, que confundem com privatização ou concessão. 


É simplesmente um capital privado que vai ser investido dentro da empresa pública Sanesul, nos projetos identificados e qualificados por nós, o quadro técnico, que vai à licitação para fazermos obras nos 68 municípios, ampliar a oferta de esgotamento sanitário e aquele investidor terá um pequeno percentual na tarifa de esgoto durante 30 anos para recuperar o capital investido”, disse. 


O governador afirmou também que a empresa é bem administrada e uma das melhores de saneamento do País. 


Na contramão da maioria das estatais pelo País, a Sanesul teve lucro no último ano de R$ 95,491 milhões e, desde 2015, está investindo mais de R$ 1,2 bilhão em Mato Grosso do Sul. 


Campo Grande, Aquidauana, Corumbá, Jardim, Dourados, Ponta Porã, Naviraí, Nova Andradina, Três Lagoas, Paranaíba, Coxim, Rio Brilhante e Deodápolis


 foram contemplados com guindastes, caminhões pipa, motobombas, retroescavadeiras, entre outros veículos e equipamentos usados na execução de serviços de operação e manutenção dos sistemas de abastecimento de água e de esgotamento sanitário. 


Equipamentos e veículos entregues foram adquiridos pela Sanesul por meio de linha de financiamento do Fundo Constitucional do Centro Oeste (FCO). 


Já o diretor-presidente da Sanesul, Walter Carneiro, afirmou que a empresa “está caminhando a passos largos para cumprir a determinação do governador de 

universalizar a coleta e tratamento de esgoto”. 


Nos últimos 10 anos, a cobertura de esgotamento sanitário no Estado saltou de 18,32% para 53,19%. 


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90%+
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1. Acesso à água encanada

Domicílios cuja principal fonte de água era a rede geral de abastecimento em 2018 (em %)

O Brasil não está longe da universalização do abastecimento de água – 85,8% das casas brasileiras têm como principal fonte de água a rede geral de distribuição, segundo dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) de 2018.
Ainda assim, há disparidades regionais. Os dez estados com menor acesso são do Norte e do Nordeste, e Rondônia (43,6%) é o que apresenta a pior situação. Já os estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste têm índices de acesso à água entre 80% (Mato Grosso) e 96% (São Paulo).
As diferenças de acesso no campo e nas cidades ajudam a explicar essas discrepâncias. Ainda segundo a Pnad, enquanto 93,4% da casas urbanas do país usam a rede geral de distribuição, essa proporção cai para 34% em áreas rurais.
Outro problema no abastecimento brasileiro é o desperdício. De acordo com o Snis (Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento), 38% de toda água distribuída não é contabilizada por causa de vazamentos, ligações irregulares ou falhas na medição.

O saneamento básico no Brasil em 6 gráficos

Por Bruno Fávero e Ana Rita Cunha

30 de maio de 2019, 17h38


Medida Provisória 868, que muda o marco regulatório de saneamento básico no Brasil e que foi editada ainda no governo Temer, irá caducar na segunda-feira (3), caso não seja apreciada pelo Congresso. Entre outras mudanças, o texto proíbe que prefeituras contratem empresas públicas estaduais sem licitação.
Isso deve aumentar o espaço dos provedores privados de serviços de saneamento, que hoje estão em 6% das cidades, segundo a Abcon, associação de empresas do setor.
A tramitação do texto levantou uma discussão sobre as deficiências do Brasil na área: 
o país tem 57 milhões de residências sem acesso à rede de esgoto, 24 milhões sem água encanada e 15 milhões sem coleta de lixo, de acordo com os dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) de 2018, do IBGE. 
Estudos mostram que essa insuficiência de saneamento pode ter impactos na saúde, na educação e no mercado de trabalho.
Sem perspectiva de que o texto seja votado no prazo, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, defendeu nesta quinta-feira (30) que um projeto de lei em substituição à MP seja votado em regime de urgência já na próxima semana.

Em seis gráficos, Aos Fatos mostra a situação do saneamento básico no Brasil.


terça-feira, 2 de julho de 2019

Poluição Ambiental - definição, saiba o que é Poluição Ambiental (Divulgação: Painel de Blogs do Professor Paim)

Significado de Poluição ambiental

Poluição ambiental é o resultado de qualquer tipo de ação ou obra humana capaz de provocar danos ao meio ambiente. É a introdução na natureza de substâncias nocivas à saúde humana, aos outros animais e ao próprio ambiente, que altera de forma significativa o equilíbrio dos ecossistemas.
Alguns dos "vilões" da saúde humana e principais causadores da poluição ambiental são: a poluição do ar (queima de combustíveis fósseis, degradação do solo e das águas, com o uso indiscriminado de agrotóxicos, etc); a poluição sonora; a poluição visual; a radiação nuclear (liberada pelas usinas), entre outras.
A poluição ambiental representa a degradação do solo, das águas e do ar, o que compromete a capacidade das próximas gerações de suprir as próprias necessidades.
A humanidade depende da disponibilidade dos recursos naturais do planeta, e essa difícil conciliação entre o desenvolvimento e a sustentabilidade tem despertado o mundo para a progressiva redução da poluição ambiental.
SAIBA MAIS:

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Imagem feita da Estação Espacial Internacional mostra América do Norte tomada por fumaça de incêndios no Canadá


O incêndio que atinge a Província de Alberta, na região central do Canadá, desde semana passada tem tomado proporções cada vez maiores e já pode até ser visto do espaço.
Imagens divulgadas pelo astronauta britânico Tim Peake, da Estação Espacial Internacional, mostram a região da América do Norte tomada pela fumaça originada dos incêndios em Alberta. É possível notar uma massa branca sobre o continente, que estaria vindo justamente do fogo que tem se alastrado pelas terras canadenses.
Até o último final de semana, o fogo já havia tomado conta de uma área de 1,6 mil km², maior do que toda a cidade de Nova York.
O incêndio começou no domingo, 1º de maio, e já forçou mais de 100 mil pessoas a serem evacuadas da região. Dezenas de milhares deixaram o local em mais de 300 voos efetuados dali para a capital da província, Edmonton.
Até o momento, não foram registrados mortos ou feridos em decorrência do incêndio, e as causas dele ainda estão sendo investigadas.
Segundo as autoridades locais, o fogo ainda poderá durar semanas e até meses - principalmente se as temperaturas continuarem altas na região e se não cair nenhuma chuva considerável.
Mais de mil bombeiros estão envolvidos na missão de apagar o incêndio, além de 150 helicópteros, 295 escavadeiras e 27 aviões-tanque.
Uma das cidades mais atingidas, Fort McMurray, é o centro da produção de petróleo da Província de Alberta. A grande preocupação é que o incêndio atinja os próprios locais de produção e tome proporções ainda maiores - no entanto, o fogo tem se afastado da cidade, gerando um alívio para o país.



Postado por: Ygor I. Mendes






segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Exposição à poluição ambiental mata quase 7 milhões de pessoas por ano, alerta Pnuma

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) chamou a atenção, no último dia 19 de fevereiro, para a longa e crescente lista de problemas de saúde associados à degradação ambiental. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 23% das mortes prematuras em todo o mundo poderiam ser atribuídas a fatores ambientais. Entre as crianças, a porcentagem sobre para 36%.
“Todos os anos, quase sete milhões de pessoas morrem porque são expostas à poluição em ambientes internos e externos, (envolvendo) desde a produção de energia, a utilização de fornos, o transporte, fornalhas industriais até queimadas e outras causas”, afirmou o diretor executivo do Pnuma, Achim Steiner.
O chefe da agência da ONU destacou que cerca de mil crianças morrem por dia devido a doenças transmitidas por água contaminada e imprópria para o consumo. No mundo, mais de dois bilhões de indivíduos vivem regiões onde falta água.
O Pnuma mencionou a zika, a malária e o ebola entre as infecções cujos riscos são agravados conforme a degradação da natureza aumenta. Diferentes tipos de câncer e formas de intoxicação também foram citados.
“Há uma consciência crescente de que os humanos, pela sua intervenção no meio ambiente, desempenham um papel fundamental no recrudescimento ou na mitigação dos riscos à saúde”, disse Steiner.
Um exemplo consistente é o Protocolo de Montreal, acordo que foi implementado em 1989 e que retirou de circulação quase 100 substâncias nocivas à camada de ozônio. Segundo o Pnuma, estimativas indicam que, graças à iniciativa, cerca de 2 milhões de casos de câncer de pele serão prevenidos até 2030. Até 2060, a proibição dessas substâncias deve gerar ganhos de até 1,8 trilhão de dólares para os setores de saúde.
Outra medida lembrada pela agência foi a remoção de chumbo dos combustíveis, o que estaria contribuindo para evitar 1 milhão de mortes prematuras por ano. A eliminação do metal da composição da gasolina poderá aumentar o Produto Interno Bruto (PIB) global em até 4%.
Além de combaterem a disseminação de doenças infecciosas, investimentos em saneamento e água potável também podem ser lucrativos. O Pnuma calcula que, para cada dólar investido no setor, lucra-se entre cinco e 28 dólares.
A relação entre saúde e meio ambiente será amplamente debatida na Assembleia Ambiental das Nações Unidas, que acontecerá ao final de maio. Durante a ocasião, o Pnuma lançará um relatório sobre o tema a fim de promover a discussão sobre os vínculos entre desenvolvimento, meio ambiente, saúde e economia.
O chefe da agência da ONU destacou que cerca de mil crianças morrem por dia devido a doenças transmitidas por água contaminada e imprópria para o consumo. No mundo, mais de 2 bilhões de indivíduos vivem regiões onde falta água.
O PNUMA mencionou a zika, a malária e o ebola entre as infecções cujos riscos são agravados conforme a degradação da natureza aumenta. Diferentes tipos de câncer e formas de intoxicação também foram citados.
“Há uma consciência crescente de que os humanos, pela sua intervenção no meio ambiente, desempenham um papel fundamental no recrudescimento ou na mitigação dos riscos à saúde”, disse Steiner.
Um exemplo consistente é o Protocolo de Montreal, acordo que foi implementado em 1989 e que retirou de circulação quase 100 substâncias nocivas à camada de ozônio. Segundo o PNUMA, estimativas indicam que, graças à iniciativa, cerca de 2 milhões de casos de câncer de pele serão prevenidos até 2030. Até 2060, a proibição dessas substâncias deve gerar ganhos de até 1,8 trilhão de dólares para os setores de saúde.
Outra medida lembrada pela agência foi a remoção de chumbo dos combustíveis, o que estaria contribuindo para evitar 1 milhão de mortes prematuras por ano. A eliminação do metal da composição da gasolina poderá aumentar o Produto Interno Bruto (PIB) global em até 4%.
Além de combaterem a disseminação de doenças infecciosas, investimentos em saneamento e água potável também podem ser lucrativos. O PNUMA calcula que, para cada dólar investido no setor, lucra-se entre cinco e 28 dólares.
A relação entre saúde e meio ambiente será amplamente debatida na Assembleia Ambiental das Nações Unidas, que acontecerá ao final de maio. Durante a ocasião, o PNUMA lançará um relatório sobre o tema a fim de promover a discussão sobre os vínculos entre desenvolvimento, meio ambiente, saúde e economia.